terça-feira, 22 de outubro de 2013

Despojado, Descontraído, Antenado: O Homem que não existe!

Descontraído, Despojado, Antenado:
O Homem que não existe!

Adjetivos esses que descrevem muitas vezes um look e também um público alvo. Quem está estudando e até mesmo já graduou o curso de design de moda sabe que não é fácil assim como parece, determinar um público-alvo e construir uma coleção. Amantes da moda que, não estudam este assunto, mas que montam “looks” e postam no blog com adjetivos manjados e que na verdade não significam nada, não entendem mesmo o que é usar roupas que demoraram quase um ano para serem feitas. Muitas das marcas atuais que nasceram recentemente têm esse problema: constroem homens ou mulheres que não existem. Para chegar a algo definitivo como  o consumidor da sua loja, grife, produtos é muito mais complicado. Além de fazer uma pesquisa de fotos e anotações de lugares que essas pessoas costumam ir é preciso determinar o estilo de vida dessa pessoa, coisas que alguém REALMENTE faria, não alguém que trabalha, têm casa e filhos, ganha X reais por mês, viaja sempre, faz academia, sai com os amigos, adoro ir ao cinema e jantar fora. Além de serem dados demográficos e não algo que determine um estilo essa pessoa precisa de no mínimo 62 horas por dia para fazer tudo isso! O processo chega a ser, em outras palavras, criar um personagem da vida real, ninguém tem a vida perfeita e tudo que almeja. Essas pessoas são seres humanos e “defeituosos”, rs! A pesquisa de público-alvo serve para afunilar as opções e não criar coisas absurdas, pois os consumidores não serão apenas os que determinamos mas também os que gostam desse estilo e os que querem ser assim, sem contar as esposas, namoradas e namorados, pais e familiares.

Portanto tenha uma linha de pensamento, determine os parâmetros no seu blog e nas suas divulgações, conheça o que está postando, pesquise e crie suas opiniões! Não busque inspirações e sim referências. Seja o “primeiro você” e não queira ser o “próximo alguém”!


O prático é sempre o mais viável?

O Prático é sempre o mais viável?

Homens sempre buscam pelo mais viável e prático, não gostam muito de ficar escolhendo e escolhendo cores, tecidos, caimento, textura, volume, composição, o que é mais adequado para as determinadas situações e ai optam sempre pelo: Comum. Exceto alguns que adoram se vestir e investigar as roupas, problematizando a moda.
Para esses que nunca tem “tempo” e/ou disposição para escolher roupas e fazer looks para os eventos vale a pena pagar um especialista para uma visita em casa e montar um lookbook. Eles vão analisar seu guarda-roupa; cores, tecidos, formas, texturas, sua personalidade, sua vida cotidiana e fora dela para que assim chegue a um padrão individual. As permutas de roupas serão feitas e as fotos tiradas, feito esse processo fica muito mais fácil para esse novo nascido na moda escolha suas roupas para as festas e encontros casuais com amigos e familiares.
Já para os amantes da moda que gostam e se divertem com as roupas, vale a pena também fazer seu lookbook. Com as redes sociais como Instagram, Facebook, Twitter, Pinterest, Myspace, Lookbook e outras, fica mais fácil e prático para registrar suas criações; assim também a evolução e o encontro com seu estilo próprio fica claro com o passar dos tempos.

Tire um dia de diversão, vá para lugares que você se identifica, tire fotos, olhe na internet, reserve seus interesses e referências para quando chegar em casa montar seu livro particular de estilo, você verá que com apenas algumas peças é possível ter várias opções!


Preconceitos na Moda. Qual você vai quebrar?

Preconceitos na Moda...
(Qual você vai quebrar?)


Preconceito é uma forma de determinar opiniões sobre assuntos que não conhecemos. Antes mesmo de ouvirmos as facetas da verdade, já colocamos o pé atrás e afirmamos em nós, de forma pejorativa, se é bom ou ruim. Isso é preconceito. No campo da moda, por ser uma forma de expressão cultural de cada localidade do mundo, criamos nossos preconceitos sobre isso e aquilo. Hoje, estamos em uma época que nos permite a expressão individual, mostrar nosso interior independente da sua cultura. Olhar para alguém e ter a sua opinião é valido; afinal não somos obrigados a nada, mas opinar de forma pejorativa não é mais aceitável. Respeito acima de tudo! O mundo já passou por milhares de mudanças drásticas e simples, por que o ser humano não é capaz de acompanhar essa evolução natural? Tabus e dogmas só atrapalham esse crescimento. Assim como uma árvore que a cada estação muda suas folhas, está firmada com suas raízes; nessa analogia é fácil de entender. Deixe para lá as opiniões dos antigos que são repetidas como um hino nacional sobre homens usarem saias, ou pintarem as unhas e chorar. Jogue fora essa carga de “devemos e não devemos fazer” sem nem ao menos tentarmos, o ser humano só aprende quando erra. Por mais bobo que parece, quebrar o preconceito usando uma roupa que você nunca usou antes só porque tinha um certo preconceito, é um passo para mudar costumes de uma tribo. Qual preconceito você quer quebrar?



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